Filosofia
25 livrosAnotações amadoras sobre leituras de filosofia, sem pretensão de ser nada além de registros meus.
Feed de FilosofiaIgnorância, de Peter Burke: o que a gente não sabe também tem história (leitura pela metade)
Um historiador do conhecimento resolveu escrever a história do contrário. Parei no meio, mas a primeira metade já mudou o jeito como uso a palavra.
Somos Todos Canalhas: uma conversa sobre o que a gente valoriza
Clóvis de Barros Filho e Júlio Pompeu discutem, em diálogo, de onde vem o valor das coisas. O título é provocação. O conteúdo é mais gentil do que parece.
Somos Maquiavélicos: O Príncipe aplicado ao dia a dia
Júlio Pompeu pega Maquiavel e tira da política. O resultado é desconfortável: a gente usa o manual todo dia, só não admite.
O Príncipe: Maquiavel não era maquiavélico
Um funcionário demitido escreve um manual para voltar ao emprego. Quinhentos anos depois, é o livro mais mal falado e mais lido da política.
Retórica: Aristóteles e a arte de convencer (leitura interrompida)
Parei antes do fim, na parte sobre estilo. O que li antes já explica muita reunião.
Sobre a vida feliz e a tranquilidade da alma: Sêneca em dois tempos
Dois ensaios curtos, geralmente publicados juntos. Um diz o que é ser feliz, o outro ajuda a aguentar o dia seguinte.
A Vida Intelectual: duas horas por dia, mas de verdade
Um frade dominicano escreveu, em 1921, um manual para quem quer estudar a sério sem largar a vida comum. Quase tudo ainda serve.
Sobre a brevidade da vida: a vida não é curta, a gente desperdiça
Sêneca escreveu uma carta de vinte páginas para dizer uma coisa só. Dois mil anos depois, ainda não aprendemos.
Meditações: o imperador falando sozinho
Marco Aurélio não escreveu para ninguém ler. Por isso é o livro mais honesto do estoicismo.
A arte de viver: Epicteto traduzido para hoje
Uma versão moderna e livre do Manual. Perde em rigor, ganha em quem consegue ler.