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Harry Potter e a Pedra Filosofal: queria uma carta de Hogwarts

Harry Potter e a Pedra Filosofal, de J.K. Rowling (1997)

Um menino que mora embaixo da escada descobre que é bruxo. Não consegui largar e já comecei o próximo.

O Harry mora com os tios, que odeiam ele, e dorme no armário embaixo da escada. O primo Duda ganha trinta e seis presentes de aniversário e reclama que no ano passado foram trinta e sete. Aí começam a chegar cartas, os tios tentam esconder, as cartas entram pela chaminé, e no fim aparece o Hagrid, um gigante, derrubando a porta para dizer que o Harry é bruxo. Melhor começo de livro que eu já li.

O resto é descobrir o mundo junto com ele. O Beco Diagonal, o banco dos duendes, a varinha que escolhe o bruxo, a plataforma nove e meia, o trem, o Chapéu Seletor. Hogwarts é um castelo onde as escadas mudam de lugar, os quadros falam e tem um fantasma por casa. O Snape, professor de Poções, odeia o Harry desde o primeiro dia e eu tinha certeza de que era o vilão. Não era. A pista estava desde o começo e eu não vi.

O Harry, o Rony e a Hermione viram amigos depois de derrubar um trasgo num banheiro, o que diz bem o tipo de livro que é. A Hermione começa chata, sabendo tudo, e termina salvando o dia. O Rony é pobre, tem seis irmãos e é o mais engraçado.

A parte que mais fica é o Espelho de Ojesed, que mostra o que a pessoa mais quer. O Harry vê os pais que ele não conheceu e fica voltando toda noite para olhar. O Dumbledore diz para ele que não faz bem viver sonhando e esquecer de viver. Num livro de criança.

Já comecei o segundo.


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