Treze capítulos curtos de um general chinês de dois mil e quinhentos anos atrás. Muito bom, e eu retive pouco. Vou voltar.
Registro curto, por honestidade: li A Arte da Guerra, achei muito bom, e percebi depois que tinha ficado com pouco. É um livro de frases, não de argumentos, e frases soltas escorregam. Vou reler com caderno do lado. Quando fizer isso, este texto cresce.
O que ficou: a ideia de que a melhor vitória é a que não precisa de batalha, de que conhecer a si mesmo e ao adversário vale mais que qualquer força, e de que toda guerra se baseia em parecer o que não se é. O resto, terreno, espiões, manobras, está lá e eu sei que está, mas não saberia explicar sem abrir o livro de novo.
Fica a nota como promessa.
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